A Ponte de Londres

Conhecida como a Tower Bridge, a Ponte de Londres é uma ponte levadiça que separa a cidade de Londres do mar aberto. Ao lado da Ponte de Londres está a prefeitura de Londres e o destroier nuclear HMS Belfast. Venha ver com a gente mais este monumento de Londres!

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Cavaleiros e dragões alados no brasão de Londres. Domine Dirige Nos, ou ‘Deus nos Governa’, em Latim.

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A Ponte de Londres. Impressionante ver o rio Tâmisa sendo usado como via de transporte de pessoas e cargas.

No centro de Londres, cruzando o Rio Tâmisa, perto do Palácio de Westminster e das Casas do Parlamento e perto o bastante para ouvir as batidas do Big Ben está a Ponte de Londres. A segunda Ponte de Londres, para ser mais exato. A primeira era antiga e foi substituída no começo do século 20 para permitir a passagem de mais pessoas e trânsito. Afinal, Londres crescia mais e mais.

Num sábado de sol, fomos ver a famosa ponte levadiça de Londres.

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Uma vista lateral da Ponte de Londres. Já vamos subir.

HMS Belfast

No caminho, pudemos passar pela Prefeitura de Londres e pelo HMS Belfast, ancorado e atração turística no Rio Tâmisa, bem ao lado da prefeitura. Que tal ter um guarda nuclear armado como segurança?

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O HMS Belfast, sempre guardando a cidade de Londres. Alguns quilômetros após a Ponte de Londres já é mar aberto.

Como sempre, é possível chegar via transporte público. Os ônibus double deck passam em cima da ponte, por cima dela, deixando o visitante na entrada, ou logo após.

Passar pela Ponte de Londres é grátis. Atravesse de táxi black cab, vá de ônibus, use bicicleta ou passeie a pé em um dia de sol e vá ao centro financeiro de Londres ver prédios como o The Shard ou o Gherkin.

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Lembra do The Shard? É este pontudo logo ali.

Claro que até chegar na ponte fica fácil ver placas de trânsito e pinturas no chão avisando para a velocidade máxima. No asfalto, sem buracos ou rachaduras, está pintado de cada lado da rua o número “20” dentro de um círculo. O significado é uma velocidade de vinte milhas por hora, o que dá 32 quilômetros por hora, na nossa medida.

Mais à frente, o discreto ícone de uma câmera na placa significa que se você ultrapassar o limite de velocidade, será fotografado e multado. Um único aviso. A lei existe e é bom você respeitar.

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Uma vista dos detalhes da Ponte de Londres. Arquitetura medieval.

 

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Estamos quase entrando na Ponte de Londres.

Passar pela Ponte de Londres é livre e grátis. Subir para ver a ponte levadiça de Londres levantar e baixar três vezes ao dia é que vai te custar um dinheirinho.

Os preços começam em nove libras para adultos e a entrada é grátis para crianças até cinco anos. Há promoções para grupos e famílias.

A Vista da Ponte de Londres

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Subimos e começamos a ver ao redor. Entre propagandas e vistas do Tâmisa, temos um velho conhecido. Lá está o The Shard, edifício mais alto de Londres.

Uma vez dentro da passarela alta da Ponte de Londres, o visitante receberá orientações sobre comportamento, coisas que pode levar ou não, pedidos para não comer ou beber no local e pequenos cuidados para não se machucar no elevador que transporta dúzias de pessoas ou durante o percurso. E claro, pedido para aqueles que por ventura tenham medo de altura, ou vertigens, para que não andem sobre o vidro no chão e em casos mais sérios, que esperem um bocadinho até os amigos voltarem da passarela e continuar a visita pela casa de máquinas da ponte. Como sempre, os ingleses são encantadoramente polidos.

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Mapas, fotos, desenhos, explicações e vídeos sobre a história e a construção da Ponte de Londres.

A primeira parada após subir de elevador é ver o tamanho da passarela e suas janelinhas acompanhando o Rio Tâmisa. Os prédios e pontos históricos aqui e ali. Há informações sobre a cidade, a ponte e algumas propagandas. Vídeos em imensas TVs de led contam histórias da construção da ponte e do mecanismo que a mantém funcionando há mais de 100 anos.

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Ache o corte na rua. Adivinhe onde a Ponte de Londres vai abrir.

 

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Para quem acha que eu não apareço em minhas fotos, este pezinho abelhudo aqui é meu.

O caminho continua com horários marcados. É claro que todos querem ver a ponte se abrir, levantar e fechar. E claro, todos esperam ver grandes navios cargueiros e transatlânticos passando por baixo da passarela através de grosso e azulado vidro que permite a vista e protege o visitante. A parte ruim é que o vidro está com a superfície um pouquinho arranhada devido a tanta gente pisando, e a vista fica só um tanto prejudicada para fotos, mas prometo fazer o meu melhor.

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E os barcos vão passando pela ponte, que aos poucos se levanta.

As pessoas se juntam para ver a ponte subir. Aos poucos, um corte pode ser notado no asfalto. O que antes era sólido e fechado, aos poucos deixa passar um pouco da luz que vem refletida nas águas do Tâmisa.

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E aos poucos, a Ponte de Londres vai fechando.

Aos poucos, a ponte vai subir e formar um ângulo de setenta graus em relação à rua abaixo. E em instantes, uma fila de barcos de todos os tamanhos vai passar rapidamente por baixo deste vidro. E mãos e pés aparecerão em fotos de celulares e câmeras e as pessoas dirão seus sonoros “oooohhhhh!!!”.

A Casa das Máquinas

Aos poucos, a Ponte vai se fechando e as pessoas seguem, de elevador ou de escada até as máquinas no subsolo que mantém a ponte em operação, subindo e descendo.

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Desça pelas escadas, veja arte, quadros, maquetes e história.

O que o visitante verá nas escadas é uma continuação da exposição da Ponte de Londres, mostrando como a construção foi feita, com cartazes, esculturas, maquetes, desenhos de projetos, fotografias e alguns vídeos.

A decoração segue a arquitetura vitoriana, medieval e gótica de Londres. E tudo é impecavelmente cuidado.

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Uma maquete para representar o edifício Gherkin, com sua arquitetura futurista.

Durante a descida das escadas, claro que eu não ia pegar um elevador para descer 3 andares, pude ver representações em 3D dos arredores. Edifícios como o ‘Mobile Phone’, o The Shard e o Gherkin, todos representados em plástico, vidro e cores, assim como a própria ponte e outros edifícios famosos, como o Big Ben e as Casas do Parlamento.

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A Caldeira. Hoje a Ponte de Londres utiliza eletricidade, mas a caldeira é parada obrigatória para todos os visitantes.

A seguir, a caldeira, usada no começo do século 20, ainda em atividade, mais para turismo do que para mover a ponte, e as imensas engrenagens, com suas rodas bem lubrificadas, girando em meio a um calor de forno, com o barulho de grandes máquinas.

A decoração aqui é mais enxuta. Ferramentas como chaves de parafuso maiores que o braço de um homem estão enfileiradas na parede. Avisos para segurança estão por toda parte e mais informações para quem gosta de ler estão à disposição nas paredes e em pequenas etiquetas aqui e ali.

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Você pode ter uma ideia do tamanho dessas rodas de engrenagens olhando as grades, que estão um pouco mais altas que a cintura de um homem.

A saída da Ponte de Londres, como sempre, passa pela loja de presentes, com bichinhos, lembranças, utilidades e brinquedos para adultos e crianças. Difícil sair sem comprar nada.

Do lado de fora, um bar bem aparelhado para matar a sede do verão e com um menu rico em peixes.

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Deixando a Ponte de Londres, a loja de presentes e o bar, começamos a ver a arquitetura de Londres mudando aos poucos com os novos prédios de apartamentos. Mas isso é história para um outro post.


Dicas de Viagem

  • Para chegar à Ponte de Londres você pode usar o transporte público. A estação de Metrô mais próxima é Monument Station, mas você também pode usar as estações de trem de London Bridge e Cannon Street Station.
  • Aqui você tem a localização exata do HMS Belfast, ao lado Prefeitura de Londreshttp://bit.ly/29YacDB

 

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