Jardim Botânico de Buenos Aires

Nosso querido casal viajante continua em Buenos Aires. Hoje eles aproveitaram o dia de sol para conhecer o Jardim Botânico de Buenos Aires. Este é só o apelido do parque. O nome todo é bem maior e você pode ver as fotos e saber mais dessa viagem aqui com a gente. Passeie pelo parque em um dia ensolarado em Buenos Aires.

Lago artificial do Jardim Botânico de Buenos Aires.

Lago artificial do Jardim Botânico de Buenos Aires.

Jardim Botânico Carlos Thays da Cidade Autônoma de Buenos Aires – Este é o nome completo com apelido e sobrenome da atração que também é conhecida pelo prático nome de Jardim Botânico de Buenos Aires. Mais curto, mais direto e menos megalomaníaco. Fica mais fácil de lembrar.

Carlos Thays, fundador do Jardim Botânico de Buenos Aires.

Carlos Thays, fundador do Jardim Botânico de Buenos Aires.

Este jardim muito bonito e bem cuidado está bem próximo aos bosques que existem no bairro de Palermo, estes bosques compõem boa parte da riqueza verde de Buenos Aires, também chamada de capital federal da Argentina e de Cidade Autônoma de Buenos Aires. Os moradores gostam de deixar bem clara a importância da cidade e sua autonomia administrativa, sem estar ligada a nenhuma província, por isso um nome tão quilométrico para o Jardim Botânico de Buenos Aires. Coisas de argentinos.

A inauguração do Jardim Botânico de Buenos Aires foi em 7 de setembro de 1898. Vai ver eles queriam um motivo para comemorar o 7 de setembro.

Rômulo e Remo, fundadores de Roma, alimentados por uma loba.

Rômulo e Remo, fundadores de Roma, alimentados por uma loba.

Com seus atuais 69.772, o Jardim Botânico de Buenos Aires abriga mais de 5.500 espécies vegetais, está próximo do Zoológico da cidade e rodeado de oito mansões históricas que fazem do local uma verdadeira obra de arte.

Patrimônio Histórico Nacional

O Jardim Botânico de Buenos Aires. Para quem gosta de natureza e lugares bonitos.

O Jardim Botânico de Buenos Aires. Para quem gosta de natureza e lugares bonitos.

Toda a organização do Jardim Botânico de Buenos Aires foi preparada para ser um espaço de preservação do meio ambiente e espécies tropicais, mas, como era comum na época, as Américas, de uma maneira geral, procuravam repetir o estilo de arte e decoração da Europa, afinal, o Velho Continente é que era cosmopolita, moderno e civilizado. Assim, os estilos mais comuns que você vai encontrar no Jardim Botânico de Buenos Aires são a Art Noveau, presente especialmente nas estufas, feitas em vidro e muito capricho, formando verdadeiras peças de coleção. A maior dessas estufas foi premiada já em 1900, na exposição de Paris e mede 8 metros de largura por 35 metros de cumprimento.

Uma das estufas do Jardim Botânico de Buenos Aires.

Uma das estufas do Jardim Botânico de Buenos Aires.

Para facilitar a organização, o Jardim Botânico de Buenos Aires é dividido em várias áreas, como o Pátio Romano, o Pátio Francês e o Pátio Oriental. A organização também divide o parque em distintas áreas separadas pelas espécies nativas cultivadas no local, como a área de plantas vindas da África, a sessão das plantas com origem na Europa, o Invernáculo das Cactáceas, o Invernáculo das Suculentas e por aí vai. Inclusive, quem viaja com A Bússola Quebrada sabe que gostamos muito de parques e jardins, tanto que fizemos uma visita ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro,  ao Jardim Botânico de São Paulo e ao Jardim Botânico de Curitiba, e até em Londres.

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Estátuas e decoração

Outro ponto comum para a época em que o Jardim Botânico de Buenos Aires foi construído é a cultura de adornar jardins com estátuas clássicas, que são aquelas que representam mitos, fatos históricos ou padrões artísticos romanos, ou, gregos, os mais comuns. É o classicismo que você deve ter estudado nas aulas de português refletido em esculturas, plantas e jardins. E você achando que não ia usar este conhecimento para nada.

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São comuns nesse tipo de decoração artística o culto à beleza do corpo, com as pessoas em sua melhor forma física, as representações de mitos como o Nascimento de Vênus, de Botticelli, amantes, mulheres maravilhosas retratadas em momentos de êxtase, casais apaixonados, fontes, lagos, chafarizes e até uma homenagem às antigas tribos indígenas que habitavam a região onde hoje está Buenos Aires.

Nicolás I. Bardas é o autor dessa Índia Tehuelche em posição de oração.

Nicolás I. Bardas é o autor dessa Índia Tehuelche em posição de oração.

Quer um passeio romântico na capital da Argentina? Faça como nosso Casal Viajante e vá visitar o Jardim Botânico de Buenos Aires e caminhar de mãos dadas, olhando nos olhos e sorrindo.

Vá cheio de paixão ou apaixone-se no Jardim Botânico de Buenos Aires.

Vá cheio de paixão ou apaixone-se no Jardim Botânico de Buenos Aires.

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Dicas de Viagem:

Para chegar ao Jardim Botânico de Buenos Aires é bem fácil. Siga para o bairro de Palermo e procure uma dessas três entradas:

  1. Av. Santa Fe 3951 (principal)
  2. Av. Las Heras e Av. Santa Fe (em frente à Praça Itália e Zoológico)
  3. Rua República Árabe da Síria e Rua Beruti.

Horário para visitas:

Inverno: De segunda a sexta de 8:00-18:00h. Sábados e domingos 9:30-18:00h. Feriados: 11:00 às 18:00h.

Verão: De segunda a sexta de 8:00-19:00h. Sábados, domingos e feriados: 9:30-19:00h.

Aqui você descobre mais sobre o Jardim Botânico de Buenos Aires – http://airesbuenosblog.com/parques-de-palermo-buenos-aires/

E aqui tem até um mapa para você se localizar enquanto passeia pelo Jardim Botânico de Buenos Aires – http://www.buenosairesturismo.com.br/passeios/jardim-botanico.php

E claro que a gente sempre recomenda a Wikipedia para mais informações – https://pt.wikipedia.org/wiki/Jardim_Bot%C3%A2nico_de_Buenos_Aires

Saiba mais sobre as esculturas do Jardim Botânico de Buenos Aires aqui (está em espanhol, tudo bem?) – http://bartes.com.ar/las-obras-de-arte-del-jardin-botanico-carlos-thays/

E aqui você tem um mapa do Jardim Botânico de Buenos Aires:

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