Duplicação da Estrada. Caminho Livre!

Passamos esta semana pela Regis Bittencourt. Já chamada de Rodovia da Morte, a quantidade de curvas, ultrapassagens perigosas, neblina e falhas humanas transformaram este trecho da rodovia em um verdadeiro pesadelo para quem tinha que trafegar por ela.

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Durante esta semana, pudemos ver, tanto no caminho de descida, quanto na subida, que a duplicação transformou o que antes era um grande perigo em uma rodovia segura e tranquila. Agora é só esperar que caminhoneiros, motoristas e motociclistas respeitem os demais usuários que não tenhamos mais as notícias trágicas da Serra do Cafezal.

A Arteris Régis Bittencourt entregou e liberou para o tráfego, no dia 19 de dezembro de 2017, os últimos 10 quilômetros da duplicação da Serra do Cafezal – coração da Rodovia Régis Bittencourt (BR-116) e principal eixo de ligação entre as regiões Sul e Sudeste do País.

Com isso, os 30,5 quilômetros da Serra do Cafezal estão duplicados e serão essenciais para a melhoria das condições de tráfego e de segurança do trecho, impactando diretamente, também, na economia e turismo do Vale do Ribeira, dos litorais paulista, paranaense e catarinense, e das 17 cidades interligadas pela Arteris Régis Bittencourt.

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“Nós acreditamos que a entrega deste último trecho da Serra do Cafezal mudou o patamar da Arteris Régis Bittencourt em termos de segurança e fluidez de tráfego, tornando-a uma boa alternativa como rota turística. Temos destinos incríveis por todo o trajeto e, com as obras, oferecemos mais conforto aos usuários do trecho”, afirma Nelson Bossolan, diretor-superintendente da Arteris Régis Bittencourt.

Caminhos alternativos

Os quatro túneis e 39 pontes e viadutos entregues pela Arteris Régis Bittencourt desafogaram o tráfego da região, tornando a rodovia uma rota segura aos turistas que desejam viajar em busca de pontos turísticos, como a Caverna do Diabo, no município de Eldorado (SP), as lindas praias da Ilha do Mel (PR), e o badalado litoral catarinense.

Outra possibilidade que se abre com as melhorias das condições do trecho é o acesso às praias do litoral sul de São Paulo, como Peruíbe, Ilha Comprida, Ilha do Cardoso e Cananeia, principalmente, em feriados e durante o verão. O trajeto do Centro de São Paulo para Peruíbe, por exemplo, pela Arteris Régis Bittencourt, é de 166 km, pouco mais do que as distâncias dos caminhos via Serra do Mar.

Já para os turistas das cidades do Sudoeste paulista, a viagem pode ser até mais rápida do que pela Serra do Mar. Por exemplo, se o motorista sair de Sorocaba e optar por fazer o caminho passando por São Paulo e via Arteris Régis Bittencourt, percorrerá 5 km a menos do que pelos caminhos da Serra do Mar.

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Atendimento aos usuários 24 horas

A Concessionária presta, ainda, serviços de atendimento aos usuários como socorro médico e mecânico, inspeção de tráfego e atendimento 24 horas via 0800. O sistema de monitoramento do tráfego conta, também, com Circuito Fechado de TV (CFTV), com a operação de mais de 200 câmeras. Além disso, o sistema de monitoramento contempla duas estações meteorológicas, oito painéis fixos e seis painéis móveis (PMV), para mensagens de alerta aos usuários.

Os recursos para atendimento como guinchos, equipes de ambulância e inspeção de tráfego estão distribuídos na rodovia em locais estratégicos para garantir um atendimento eficiente em caso de emergências. Em vários pontos da rodovia, os viajantes também contam com Bases Operacionais com banheiro, água, café e fraldário.

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Segurança

A Arteris aderiu voluntariamente à Década de Ações para Segurança no Trânsito da ONU, cuja meta é reduzir em 50% o número de vítimas fatais em acidentes no viário entre 2011 e 2020.

A partir de 2010, a Arteris Régis Bittencourt registrou a redução de 57% no número de vítimas fatais na rodovia, sendo que, naquele ano, foram registradas 196 vítimas fatais, contra 83 registradas em 2017.

Especificamente na Serra do Cafezal, onde estão localizados os trechos mais sinuosos da Arteris Régis Bittencourt, também é verificado decréscimo – redução de 15% no percentual geral de acidentes e de 80% de vítimas fatais para o mesmo período.

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Durante anos utilizamos este trecho da Serra do Cafezal para ir a Iporanga e ao PETAR. O que vimos nesta semana foi um trecho limpo, quase sem carros para a ida, porque fomos muito cedo, e um trecho com caminhões pesados e ainda assim, muito tranquilo para voltar. Para quem já ficou preso na Serra do Cafezal, fazer o trecho em tão pouco tempo foi uma enorme e feliz surpresa.

O pessoal da Arteris Régis Bittencourt está de parabéns pelo trabalho.

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