Agenda Cultural 06-04-2018

Uma Agenda Cultural cheia de comida, arte, diversão e shows. Os espetáculos estão em São Paulo, São Caetano do Sul, Santo André e tem até o ex-Titã Paulo Miklos para animar o final de semana! Vem curtir!!

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São Paulo/SP 

Ancestralidade é tema de espetáculo de dança

Rituais funerários dos índios Bororos, dança butô e narrativas dos minkisi são alguns dos elementos do espetáculo A-VÓS.

Apresentações gratuitas acontecem entre os dias 06 de abril e 27 de maio

Diante de uma sociedade ocupada com a satisfação imediata de seus desejos – que esquece o passado e projeta a novidade ao invés do futuro, que consome desenfreadamente e descarta sem pudores o que considera obsoleto, trazendo no próprio corpo o horror ao envelhecimento – reverenciar os “nossos velhos” vai na contracorrente e assume-se um ato estético-político.

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A partir do dia 06 de abril, seis importantes espaços da cidade de São Paulo recebem o espetáculo de dança A-VÓS, uma homenagem da Nave Gris Cia Cênica àqueles que os precederam, aos pais de seus pais e aos seus ancestrais míticos.  Serão 18 apresentações gratuitas divididas entre os Teatros Arthur Azevedo, Alfredo de Mesquita, Cacilda Becker e espaços como Galeria Olido, Centro de Referência da Dança e Fábrica de Cultura Jardim São Luís.

A pesquisa e criação do espetáculo iniciou-se de forma independente em novembro de 2015, em parceria de Kanzelumuka e Murilo De Paula, da Nave Gris, com o bailarino Fredyson Cunha. No final de 2016 o projeto foi contemplado pela 21º Edição do Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo, o que possibilitou a criação e produção do espetáculo. A ideia partiu da vontade dos três criadores-intérpretes de homenagearem seus avós, criando um espetáculo que tem como matéria poética as memórias que guardam de seus mais velhos, em especial da gestualidade e imaginário presentes em seus ofícios, que os conecta com a ancestralidade e com a forma de transmissão de saberes presentes nas comunidades de tradições afro-brasileiras e ameríndias, em que os anciãos e os ancestrais são as fontes vivas do conhecimento.

Serviços:
Teatro Municipal da Mooca Arthur Azevedo
Quando: 6, 7 e 8 de abril de 2018 | Sexta e sábado às 21H e domingo às 19H
Av. Paes de Barros, 955 – Mooca – Fone: (11) 2604-5558
Quanto: Gratuito
Classificação etária: Livre
Lugares: 349
Estacionamento: sim

Teatro Municipal de Santana Alfredo de Mesquita
Quando: 13, 14 e 15 de abril de 2018 | Sexta e sábado às 21H e domingo às 19H
Av. Santos Dumont, 1770 – Santana – Fone: (11) 2221-3657
Quanto: Gratuito
Classificação etária: Livre
Lugares: 198
Estacionamento: sim

Teatro Municipal da Lapa Cacilda Becker
Quando: 20, 21 e 22 de abril de 2018 | Sexta e sábado às 21H e domingo às 19H
R. Tito, 295 – Vila Romana – Fone: (11) 3864-4513
Quanto: Gratuito
Classificação etária: Livre
Lugares: 198
Estacionamento: não

CRD – Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo
Quando: 26, 27 e 28 de abril de 2018 | Quinta, sexta e sábado às 19H
Baixos do Viaduto do Chá, s.n., Centro – Fone: (11) 3214-3249
Quanto: Gratuito
Classificação etária: Livre
Lugares: 65
Estacionamento: não

Sala Paissandu – Centro Cultural Municipal Olido
Quando: 17, 18, 19 e 20 de maio de 2018 | Quinta, sexta e sábado às 20H e domingo às 19H (dia 20 após espetáculo show Cantos de Avós, com Paulinho Gama e Adelita)
Av. São João, 473 – Centro – Fone: (11) 3331-8399
Quanto: Gratuito
Classificação etária: Livre
Lugares: 236
Estacionamento: não

Fábrica de Cultura Jardim São Luís
Quando: 26 e 27 de maio de 2018 I Sábado e Domingo às 16H
R. Antônio Ramos Rosa, 651 – Jd. São Luiz – Fone: (11) 5510-5530
Quanto: Gratuito
Classificação etária: Livre
Lugares: 260
Estacionamento: não

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2º Festival de Yakissoba e Tempurá é nos dias 07 e 08 de abril

Evento com entrada grátis acontece no Memorial da América Latina, das 11h às 21h

Pelo segundo ano consecutivo, a Art Shine realiza um dos seus Festivais de maior sucesso: o de Tempurá e Yakissoba.  Essas duas delícias são as principais atrações, mas quem for até o Memorial vai encontrar também hot roll, temaki, guioza e rolinho primavera, entre outros pratos da gastronomia oriental, tão apreciada pelo paulistano. E dá para passar o dia por lá com os bichinhos de estimação e as crianças (tem fraldário e área kids com atrações a partir de R$6,00); curtir música ao vivo no palco do Talentos no Memorial (quatro bandas no sábado e quatro no domingo, a partir das 13h); fazer compras no minishopping que tem roupas, acessórios, calçados, objetos de decoração etc.; e dar uma relaxada no espaço quick massage (R$20,00/15 minutos). Tudo isso em um lugar super agradável e de fácil acesso (ao lado da estação Barra Funda de trem e metrô).

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O delicioso cardápio conta com yakissoba de carne, frango, vegetariano, misto, camarão e até no pão (a partir de R$10,00); tempurá de legumes, camarão, bacon, frango, frutos do mar – lula, mexilhão e camarão (de R$10,00 a R$15,00); hot roll – sushi empanado, recheado com salmão, cream cheese e cebolinha (R$15,00/10 unidades); temaki de salmão (R$15,00); guioza – bolinhos de massa fina, recheados com carne suína ou bovina (R$10,00/4 unidades; R$15,00/8 unidades); frango xadrez – pedaços de frango em cubos, pimentões coloridos, cebola e molho oriental acompanhado de arroz primavera (R$17,00); shimeji na manteiga (R$15,00); bolinha de kani (R$20,00/porção com 10); rolinho primavera de carne ou queijo (R$8,00/2 unidades); crisps de salmão (R$10,00). E os participantes também oferecem diversos combos econômicos – é só checar com cada um.

Serviço  – entrada gratuita
2º Festival de Yakissoba e  Tempurá  – https://www.facebook.com/events/608569359522829/
Data:  07 e 08 de abril
Horário: das 11h às 21h
Local: Memorial da América Latina
EndereçoAv. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda
Estacionamento: Portões 4  e 15 (pago)
Bicicletário: ao lado do portão 9

 

Paulo Miklos apresenta seu novo álbum no Teatro J. Safra

No dia 06 de abril, cantor relembra antigos sucessos e as novas canções de seu primeiro trabalho em carreira solo – “A Gente Mora no Agora”

O Teatro J. Safra recebe, no dia 06 de abril, o show do cantor Paulo Miklos, que apresentará ao público paulistano seu novo disco – “A Gente Mora no Agora”. Repleto de músicas inéditas, o trabalho é considerado pelo artista sua verdadeira estreia individual. 

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O álbum traz sonoridade brasileira e nele, o músico fez parcerias de peso como uma composição com o rapper Emicida, chamada “A Lei desse Troço”. “Estou Pronto”, com Guilherme Arantes e “Risco Azul” com a cantora Céu, além de “Vou Te Encontrar”, trilha da novela “O Outro Lado do Paraíso”, escrita por Nando Reis especialmente para Miklos. Além das composições inéditas, este show também será embalado por algumas canções dos Titãs que vieram ao mundo por sua voz, com grandes sucessos de uma carreira de 38 anos.

É no palco, levando esta turnê do novo disco, que Paulo Miklos junta todos os artistas que se tornou. Estão em cena o compositor, o intérprete, o ator, o instrumentista. Calcado no violão de náilon, explora profundamente o universo da música popular brasileira, terreno em que sempre transitou.

Paulo estará em Assédio, nova série da Globo, da autora Maria Camargo e com direção de Amora Mautner. Na trama, Miklos viverá Artur um amigo do médico de Roger Abdelmassih (Antonio Calloni), o protagonista da produção, ainda sem data de estreia.

Sobre Paulo Miklos

Em 38 anos de carreira, Paulo Miklos se tornou muitos artistas ao mesmo tempo e conquistou prêmios e prestígio. Na via principal, construiu uma sólida personalidade como cantor e compositor, sobretudo nos 34 anos em que integrou os Titãs, banda de que foi cofundador em 1982. Seu timbre inconfundível é, desde então, parte da memória afetiva nacional. Na via paralela, Paulo Miklos ergueu uma já consagrada carreira como ator – no cinema, na televisão e no teatro. Apresentou programas de TV, foi jurado de reality show, fez tudo o que quis – e foi bem-sucedido em todas essas investidas, pelas quais ganhou prêmios e prestígio. Fértil compositor, fez dois álbuns individuais em paralelo a banda: “Paulo Miklos” (1994), e “Vou Ser Feliz e Já Volto” (2001).

Ficha técnica:
Voz e Violão: Paulo Miklos

Bateria: Pupillo
Baixo: Dadi
Teclados: Mauricio Fleury
Violões: Everson Pessoa
Intervenções: Apollo Nove
Produção musical: Pupillo
Coprodução: Apollo Nove
Direção artística: Marcus Preto

SERVIÇO
Paulo Miklos – A Gente Mora no Agora
Apresentação: 06 de abril de 2018

Horário: 21h30 (sexta-feira)
Classificação: Livre
Duração:  70 minutos

Ingressos
Plateia Premium: R$ 150,00

Plateia VIP: R$ 110,00
Mezanino: R$ 90,00
Mezanino com visão parcial: R$ 50,00

Teatro J. Safra
Endereço:
 Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda – São Paulo – SP
Telefone: (11) 3611-3042
Abertura da Casa: 2 horas antes de cada horário de espetáculo, com serviço de lounge-bar no saguão do Teatro.
Capacidade da casa: 627 lugares
Acessibilidade para deficiente físico

Estacionamento
Valet Service (Estacionamento próprio do Teatro) – R$ 25,00

Horário de Funcionamento da bilheteria
Quartas – 14h às 21h
Quintas, Sextas, Sábados e Domingos – 14h até o horário dos espetáculos
Vendas on-line: www.teatrojsafra.com.br

Aceita os cartões de débito e crédito: Amex, Dinners, Elo, Mastercard, Visa e Hipercard. 
Não aceita cheques.

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Semana que vem tem mais:

SP-Arte/2018 reúne seleção inédita de artistas nacionais e estrangeiros nos setores curados

Luiza Teixeira de Freitas e Jacopo Crivelli Visconti voltam a assinar curadoria de Solo e Repertório, respectivamente

A 14ª edição da SP-Arte – Festival Internacional de Arte de São Paulo reunirá no Pavilhão da Bienal, entre os dias 11 e 15 de abril, mais de 140 expositores – galerias de arte e design expoentes no mercado nacional e internacional. Entre os trabalhos expostos, o público poderá conferir os projetos curados Solo eRepertório, espaços concebidos com o objetivo de evidenciar a produção de importantes nomes da contemporaneidade. Neste ano, galerias oriundas de 10 países apresentam alguns de seus artistas mais relevantes.

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Conheça abaixo um pouco sobre cada um desses espaços:
 
Solo 
Criado em 2014, o setor dedica-se a mostras individuais de artistas contemporâneos, proporcionando ao público uma imersão na produção e trajetória destes nomes. Mais uma vez, Luiza Teixeira de Freitas assina a curadoria do projeto, que neste ano reúne 16 projetos, de gerações e estilos distintos.
 
“No Solo, o público se depara sempre com a possibilidade de encontrar novos artistas e galerias. Ainda assim, o que destaco é o foco em um artista específico, permitindo ao visitante entender e mergulhar fundo em determinada prática. É uma oportunidade rara nos dias que correm, onde tudo é tão efêmero, rápido e fragmentado”, aponta a curadora.
 
Reconhecida por seu viés politizado e suas ações performáticas, a chilena Lotty Rosenfeld (Isabel Aninat | Santiago) é um dos destaques internacionais, assim como o suíço Dieter Roth (Zucker Art Books | Nova York), pioneiro nas artes gráficas. Duas recém-abertas galerias de Lisboa, Balcony e Uma Lulik, trazem dois jovens artistas portugueses: Horácio Frutuoso e Henrique Pavão. 
 
O russo Ilya Fedotov-Fedorov (Fragment | Moscou), autor de uma obra que reflete sobre a solidão existencial, marca a estreia da Rússia no Festival. A África do Sul marca presença celebrando a trajetória de Pedro Wirz (Blank Projects | Cidade do Cabo), suíço-brasileiro cuja obra volta-se a um imaginário coletivo, em referência às lendas populares locais. Estreiam também as galerias Barro (Buenos Aires) e Parque (Cidade do México), que apresentam ao público trabalhos do portenho Matias Duville e do equatoriano Oscar Santillan. 
 
Entre os brasileiros, destaque para a paulistana Marina Weffort (Cavalo | Rio de Janeiro) e o paraibano Martinho Patrício (Superfície | São Paulo), ambos artistas que tomam o tecido como principal suporte para suas criações. Os desenhos, fotografias e objetos da brasiliense Raquel Nava (Portas Vilaseca | Rio de Janeiro) também poderão ser vistos pelo público.

Confira aqui a lista completa de galerias do setor.

Repertório
Como o próprio nome sugere, o setor visa contribuir para a formação de um repertório mais amplo, de modo a facilitar a compreensão de um recorte da produção contemporânea. A ideia é criar um diálogo entre aclamados artistas internacionais ainda pouco conhecidos no Brasil e nomes com carreiras historicamente relevantes para a arte brasileira, hoje com menos visibilidade.
 
Novamente curado por Jacopo Crivelli Visconti, o espaço chega a sua segunda edição mantendo uma linha cronológica, apresentando ao público trabalhos realizados até a década de 1980. “A seleção de artistas apresenta ao público a riqueza e a diversidade da arte produzida ao redor do mundo numa época específica, criando contrapontos interessantes entre obras contemporâneas, mas de contextos completamente distintos”, afirma o curador.
 
Entre os nomes reconhecidos mundialmente, ganham destaque o francês Christian Boltanski (Marian Goodman | Nova York), reconhecido por obras que tratam da fragilidade da condição humana; e o chinês Chen Zhen (Continua | San Gimignano), artista conceitual famoso por suas esculturas de grandes proporções e trabalhos extremamente poéticos.
 
No campo nacional, o setor traz telas de Loio-Pérsio (Mapa | São Paulo), raro exemplo do abstracionismo informal brasileiro, incansável defensor da espontaneidade do gesto e da liberdade criativa. Destaque também para a gaúcha Ione Saldanha (Almeida e Dale | São Paulo), pintora e escultora que ganhou notoriedade por adotar suportes não convencionais à sua produção, como ripas e bambus, também integra a seleção singular.  

No total, 13 galerias estão confirmadas para o setor. Confira aqui a lista completa.

SERVIÇO:
SP-Arte/2018
Datas abertas ao público:
12 a 15 de abril – das 13h às 21h
Preview: 11 de abril
 
Pavilhão da Bienal
Parque Ibirapuera, Portão 3
São Paulo, Brasil

Entrada:
R$ 45,00 [geral] |R$ 20,00 [meia promocional*]
*estudantes, portadores de deficiência e idosos com mais de 60 anos [necessária a apresentação de documento]. O Vale-Cultura poderá ser utilizado para o abatimento de 50% do valor do ingresso. Crianças de até 10 anos não pagam entrada.
A bilheteria encerra suas atividades 30 minutos antes do término do evento.

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Santo André – Grande ABC – São Paulo

Zeca Baleiro apresenta o show Baile do Baleiro em comemoração ao aniversário de Santo André

Durante o mês o Sesc Santo André também recebe apresentações de Kleber Albuquerque e Rubi, Plebe Rude e Maria Alcina; além de homenagens ao choro no Quintas Musicais

Zeca Baleiro em Baile do Baleiro l Crédito: Rama de Oliveira

No mês de abril o Sesc Santo André traz uma programação musical com artistas consagrados, lançamentos de novos discos e resgate de clássicos marcantes. Em comemoração aos 465 anos da cidade, Zeca Baleiro agita o público com o Baile do Baleiro, no dia 7 abril. Além do cantor maranhense, o espaço recebe durante o mês a banda Plebe Rude, com o show Primórdios; a dupla Kleber Albuquerque e Rubi, cantando canções do novo trabalho, Contraveneno; e a cantora e intérprete símbolo da música brasileira, Maria Alcina, que lança o novo LP Espírito de Tudo.

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Baile do Baleiro, com Zeca Baleiro – dia 7/4, às 20h

Para abrir a programação, o Espaço de Eventos recebe o cantor e compositor Zeca Baleiro. Com mais de 20 anos de carreira, Zeca apresenta no Sesc Santo André o Baile do Baleiro, um apanhado de composições de apelo popular interpretadas a partir do encontro de diferentes gêneros musicais. No palco, Zeca interpreta canções de nomes como Novos Baianos, Wilson Simonal, Tim Maia, Oswaldo Nunes, Belchior, Alceu Valença, Jorge Ben Jor, entre outros. 

Natural de São Luís do Maranhão (MA), Zeca iniciou sua carreira ainda adolescente durante os anos 1980, participando de festivais e compondo música para teatro infantil. Após vivenciar experiências e construir um precioso repertório, lançou em 1997 o seu primeiro disco, Por Onde Andará Stephen Fry?. Apresentando canções repletas de ritmos e referências musicais afinadas em canções com humor e ironia, o disco foi recebido com muito entusiasmo pelo público e imprensa. A partir daí, Zeca não parou mais: lançou dez discos de estúdio – editados em Portugal, Espanha, Argentina e França – cinco CDs ao vivo, nove DVDs e diversos projetos musicais. Já lançou álbuns com parcerias importantes, como o disco Ode Descontínua e Remota para Flauta e Oboé – de Ariana para Dionísio, em parceria com a poeta Hilda Hilst, e o disco Café no Bule, em parceria com Paulo Lepetit e Naná Vasconcelos.

 

Primórdios, com Plebe Rude – dia 20/4, às 21h; e 21/4, às 20h

A banda Plebe Rude apresenta o show Primórdios, com canções compostas pelo grupo de punk rock brasileiro durante o fim da ditadura militar. Composta atualmente por Philippe Seabra, Marcelo Capucci, André X e Clemente Nascimento, a Plebe Rude revive no Teatro do Sesc Santo André músicas inéditas compostas entre os anos de 1981 e 1982, além de clássicos do grupo que fizeram sucesso na época e repercutem nos dias atuais.

Ícone do cenário punk no Brasil, o grupo de Brasília iniciou sua trajetória em 1981 ao registrar sua primeira música, Pressão Social. No ano seguinte, a banda fazia sua primeira apresentação fora do Distrito Federal, em Patos de Minas (MG), e acabou presa após o evento devido ao conteúdo de suas canções considerado “impróprio”. Ainda em 1982, a banda ganhou o prêmio de “Melhor Super 8 Experimental”, promovido pelo Centro Universitário de Brasília. Em 1986, a Plebe Rude lança seu primeiro disco, produzido por Herbert Viana. O LP O Concreto já Rachou, composto por sete músicas, alcançou o disco de ouro com cerca de 200 mil cópias vendidas em seu ano de lançamento, e foi considerado pela revista Rolling Stones como um dos 100 melhores álbuns da música brasileira.  A banda gravou mais seis álbuns em estúdio: Nunca Fomos tão Brasileiros (1987), Plebe Rude lll (1988), Mais Raiva do que Medo (1993), Enquanto a Trégua não Vem (2000), R ao Contrário (2006) e Nação Daltônica (2014). Em 2011, a Plebe Rude lançou o CD e DVD Rachando Concreto: Ao Vivo em Brasília, que além de sintetizar o repertório da banda, conta um resumo da carreira e trajetória do grupo.

Contraveneno, com Kleber Albuquerque e Rubi – dia 27/4, às 21h

No dia 27/04, é a vez de Kleber Albuquerque e Rubi apresentarem no Teatro da unidade o disco Contraveneno.  Neste trabalho, a dupla traz um repertório de canções que traduz as influências em comum dos dois artistas, como as tradições da música caipira e músicas sertanejas ouvidas durante a infância. No palco, Kleber e Rubi interpretam canções de duetos clássicos, como Eta Nóis, da dupla Luhli e Lucina; Castelo de Amor, antigo sucesso gravado pelo grupo Trio Parada Dura; e Como La Cigarra, da poeta argentina María Elena Walsh. Além do repertório clássico, a dupla apresenta canções inéditas como Milonga da Noite Preta, Cantiga de Não Chegar, assim como Cerol e Contraveneno. Natural de Santo André, Kleber Albuquerque começou sua carreira com bandas de rock durante a adolescência. Influenciado por leituras de Fernando Pessoa, Jorge Luis Borges e Gabriel García Marques, Kleber afirmou seu lado poético e compositor com diferentes canções e participações em festivais de música.

Kleber possui uma discografia diversificada, com seu primeiro disco lançado em 1997, intitulado 17.777.700. Posteriormente, lançou outros discos como Para Inveja dos Tristes (2000), O Centro está em Todas as Partes (2003), Desvio (2007) e 10 Coisas que Eu Podia Dizer no Lugar de Eu Te Amo (2013). Rubi, cantor brasiliense parceiro de Kleber em Contraveneno, é interprete e compositor com mais de 30 anos de carreira e passeia em referências importantes da música brasileira das décadas de 1970 e 1980, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Elza Soares; além dos poetas Paulo Klain, Mario Ribeiro e Celso Sim, muito presentes em sua trajetória.

Espírito de Tudo, com Maria Alcina – dia 28/4, às 20h

Para fechar a programação musical de abril, o Sesc Santo André recebe a cantora e compositora Maria Alcina, que lança seu novo LP, Espírito de Tudo. Indumentada com plumas, paetês, maquiagem, com uma voz rouca e exuberante, Maria Alcina traz toda sua identidade musical no lançamento de seu novo LP, que marca a carreira artística de uma das cantoras mais memoráveis do Brasil. Tropicalista e carnavalesca por natureza, Maria Alcina interpreta neste trabalho músicas das décadas de Caetano Veloso, com canções como Tropicália, A Voz do Morto, Rocks, A Cor Amarela, entre outras.

Com 44 anos de carreira, Maria Alcina possui uma das vozes mais marcantes da música brasileira, além de uma presença de palco irreverente e única. Natural de Cataguases (MG), iniciou sua trajetória musical em 1969, quando participou a convite de Carlos Moura e Alfredo Condé da trilha sonora do filme O Anunciador, o Homem das Tormentas (1970). Dois anos depois, lançava no Rio de Janeiro seu primeiro disco, um compacto com as canções Azeitonas Verdes, de Marcus Vinícius, Mamãe Coragem, de Caetano Veloso, entre outras. Em 1972 é convidada a participar do VII Festival Internacional da Canção, e se consolidou no cenário nacional ao ganhar a disputa interpretando Fio Maravilha, de Jorge Ben Jor. Nos anos 1980, Maria Alcina conquista a música internacional com viagens frequentes aos Estados Unidos, onde apresenta ao público um repertório de músicas carnavalescas, participando mais tarde do tributo à “pequena notável” Carmem Miranda.

Em 2002, estrelou o musical Maria Alcina, 30 anos que Alucinam. Dois anos mais tarde, lança o disco Agora, em parceria com o grupo Bojo, que dão aos clássicos da MPB cantados por Maria uma roupagem eletrônica. Grava em 2009 o disco Maria Alcina, Confete e Serpentina, com produção de Maurício Bussab. Em 2014, lança De Normal Bastam os Outros, disco que compila composições de Zeca Baleiro, Arnaldo Antunes, Pericles Cavalcanti, Karina Bahur, Adoniran Barbosa, João Bosco entre outros nomes.

Quintas Musicais – quintas-feiras, às 20h

Durante abril, o mês nacional do choro, o Quintas Musicais faz um recorte no panorama deste gênero musical com artistas que homenageiam grandes nomes do famoso chorinho. A programação começa dia 5/04 com Choro pro Santo, em “Homenagem a Jacob do Bandolim”, e continua dia 12/4 com André Parisi Sexteto, em “Homenagem a Abel Ferreira”; dia 19/4, com Fabio Porte em “Choro Caipira – Uma Homenagem a Ernesto Nazareth”; e termina dia 26/4, com Choro das 3 em “Homenagem a Pixinguinha”. Os shows são gratuitos e acontecem no Palco da Comedoria às quintas-feiras, às 20h.

Serviço

Dia 7/4, sábado, às 20h.
Baile do Baleiro, com Zeca Baleiro.
Ingressos em R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia-entrada) e R$ 12,00 (trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e seus dependentes com Credencial Plena). Disponíveis a partir das 17h do dia 27/3 no Portal Sesc SP, e  a partir das 17h30 do dia 28/3 nas Bilheterias da Rede Sesc.

No Espaço de Eventos.

Dia 20/4, sexta-feira, às 21h; e dia 21/4, sábado, às 20h.
Primórdios, com Plebe Rude.
No Teatro.

Ingressos em R$ 20,00 (inteira), R$ 10,00 (meia-entrada) e R$ 6,00 (trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e seus dependentes com Credencial Plena). Disponíveis a partir das 12h do dia 10/4 no Portal Sesc SP, e a partir das 17h30 do dia 11/4 nas Bilheterias da Rede Sesc.

Dia 27/4, sexta-feira, às 21h
Contraveneno, com Kleber Albuquerque e Rubi.
No Teatro

Ingressos em R$ 20,00 (inteira), R$ 10,00 (meia-entrada) e R$ 6,00 (trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e seus dependentes com Credencial Plena). Disponíveis a partir das 12h do dia 17/4, no Portal Sesc SP, e a partir das 17h30 do dia 18/4 nas Bilheterias da Rede Sesc.

Dia 28/4, sábado, às 20h
Espírito de Tudo, Maria Alcina.
No Teatro
Ingressos em R$ 20,00 (inteira), R$ 10,00 (meia-entrada) e R$ 6,00 (trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e seus dependentes com Credencial Plena). Disponíveis a partir das 12h do dia 17/4 no Portal Sesc SP, e a partir das 17h30 do dia 18/4 nas Bilheterias da Rede Sesc.

SESC SANTO ANDRÉ
Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar – Santo André

Telefone – (11) 4469-1311
Estacionamento (vagas limitadas): Credencial Plena – R$ 5 (R$ 1,50 por hora adicional) |
Outros – R$ 10 (R$ 2,50 por hora adicional).
Informações sobre outras programações: sescsp.org.br/santoandre

Assessoria de Imprensa do Sesc Santo André:
Cauê Colodro | 11 4469-1312

Cibele Porzelt | 11 4469-1310

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São Caetano do Sul – Grande ABC de São Paulo

Projeto “Cena Aberta” traz espetáculos artísticos inspirados em avós

Nas sextas, 6, 13, 20, 27 de Abril o Sesc São Caetano oferece o projeto “Cena Aberta”, que apresentará espetáculos artísticos que tiveram a figura da avó como inspiração, em programação aberta à diversidade técnica e estética das diversas linguagens artísticas, em seus diferentes públicos, com entrada gratuita.

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Cinema

Minha Avó era Palhaço – 06/04 – 19h30
Direção e Roteiro: Mariana Gabriel e Ana Minehira

O documentário “Minha avó era palhaço” conta a trajetória artística da primeira palhaça negra do Brasil, Maria Eliza Alves dos Reis: “o” palhaço Xamego. A grande atração do Circo Guarany, no início da década de 40.

A cineasta Mariana Gabriel fez uma pesquisa de fôlego sobre sua avó, a atriz Maria Eliza Reis, para junto com a colega Ana Minehira produzirem o documentário “Minha Avó Era Palhaço”. Um enredo surpreendente, de superação de racismo, machismo e um marco para a História do Circo brasileiro. Após a exibição do filme, haverá bate-papo com as diretoras e a filha de dona Maria Eliza, Daise Gabriel.

Trailer: 

Teatro

Laura – 13/04 – 20h
Com Fabricio Moser

Laura, solo de Fabricio Moser, é inspirado em uma experiência biográfica, a morte da sua avó materna e o silenciamento de sua história de vida, e na questão ancestral: o que das avós há em nós? A peça é um caminho para reelaboração dessas vivências e sua dramaturgia surge do jogo afetivo do solista e seus colaboradores e do público, no contato com memórias e histórias, depoimentos e fotografias, gravações em áudio e vídeo, documentos e objetos reais, que são transformados em dispositivos de cena por diferentes meios e linguagens.

O espetáculo teatral “Laura”, do dramaturgo, diretor e ator Fabrício Moser, resgata a figura da avó do criador, brutalmente assassinada num episódio de machismo quando ele era bebê. Levantando documentos e depoimentos, Fabrício reconheceu traços da avó em si e joga para a plateia a provocação “O que há das avós em nós?”.

Literatura

Minha avó e seus silêncios de amor – 20/04 –  20h
Com Kiara Terra e Angela Coltri

A atriz Kiara Terra, exímia contadora de histórias, evoca memória, ancestralidade e pertencimento na sua contação interativa, uma troca afetuosa, delicada e, por vezes, engraçada com o público, sobre as suas avós, mulheres poderosas, fazedoras de sabores, texturas e carinhos. 

Música

Tiê em Coisa da Minha Avó – 27/04 – 20h

Neste show em formato intimista, a cantora e compositora Tiê desfila o inspirado na figura da sua avó, a pioneira da televisão brasileira Vida Alves, e outras mulheres de sua família, como sua mãe e filhas. Ancestralidade, elementos da natureza, com toques de humor e ternura, permeiam as canções embaladas pela sua doce voz.

SERVIÇO:
Sesc São Caetano
Dias 6, 13, 20, 27 de Abril
Rua Piauí -554 Santa Paula – São Caetano do Sul
Duração: 60 minutos
Recomendação etária: Livre
Ingressos: Grátis.
Capacidade: 90 pessoas 
Telefone para informações: (11) 4223-8800
Para informações sobre outras programações acesse o portal sescsp.org.br
Horário de atendimento/bilheteria do Sesc São Caetano – De segunda a sexta, 9:00 às 21:30, sábados e feriados, das 9h às 17h30 .

Assessoria de Imprensa Sesc São Caetano

Luiz Oliani
(11) 4228-8836 / 8813  imprensa@scaetano.sescsp.org.br

 

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