Agenda Cultural 11-05-2018

Nossa Agenda Cultural deste fim de semana dá um beijo em todas as mães e traz atrações até semana que vem. Programe-se e venha se divertir com a gente em vários estados!

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São Paulo/SP 

Ancestralidade é tema de espetáculo de dança

Rituais funerários dos índios Bororos, dança butô e narrativas dos minkisi são alguns dos elementos do espetáculo A-VÓS.

Apresentações gratuitas acontecem entre os dias 06 de abril e 27 de maio

Diante de uma sociedade ocupada com a satisfação imediata de seus desejos – que esquece o passado e projeta a novidade ao invés do futuro, que consome desenfreadamente e descarta sem pudores o que considera obsoleto, trazendo no próprio corpo o horror ao envelhecimento – reverenciar os “nossos velhos” vai na contracorrente e assume-se um ato estético-político.

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O espetáculo de dança A-VÓS, uma homenagem da Nave Gris Cia Cênica àqueles que os precederam, aos pais de seus pais e aos seus ancestrais míticos.  Serão 18 apresentações gratuitas divididas entre os Teatros Arthur Azevedo, Alfredo de Mesquita, Cacilda Becker e espaços como Galeria Olido, Centro de Referência da Dança e Fábrica de Cultura Jardim São Luís.

A pesquisa e criação do espetáculo iniciou-se de forma independente em novembro de 2015, em parceria de Kanzelumuka e Murilo De Paula, da Nave Gris, com o bailarino Fredyson Cunha. No final de 2016 o projeto foi contemplado pela 21º Edição do Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo, o que possibilitou a criação e produção do espetáculo. A ideia partiu da vontade dos três criadores-intérpretes de homenagearem seus avós, criando um espetáculo que tem como matéria poética as memórias que guardam de seus mais velhos, em especial da gestualidade e imaginário presentes em seus ofícios, que os conecta com a ancestralidade e com a forma de transmissão de saberes presentes nas comunidades de tradições afro-brasileiras e ameríndias, em que os anciãos e os ancestrais são as fontes vivas do conhecimento.

Teatro Municipal de Santana Alfredo de Mesquita
Quando: 13, 14 e 15 de abril de 2018 | Sexta e sábado às 21H e domingo às 19H
Av. Santos Dumont, 1770 – Santana – Fone: (11) 2221-3657
Quanto: Gratuito
Classificação etária: Livre
Lugares: 198
Estacionamento: sim

Teatro Municipal da Lapa Cacilda Becker
Quando: 20, 21 e 22 de abril de 2018 | Sexta e sábado às 21H e domingo às 19H
R. Tito, 295 – Vila Romana – Fone: (11) 3864-4513
Quanto: Gratuito
Classificação etária: Livre
Lugares: 198
Estacionamento: não

Sala Paissandu – Centro Cultural Municipal Olido
Quando: 17, 18, 19 e 20 de maio de 2018 | Quinta, sexta e sábado às 20H e domingo às 19H (dia 20 após espetáculo show Cantos de Avós, com Paulinho Gama e Adelita)
Av. São João, 473 – Centro – Fone: (11) 3331-8399
Quanto: Gratuito
Classificação etária: Livre
Lugares: 236
Estacionamento: não

Fábrica de Cultura Jardim São Luís
Quando: 26 e 27 de maio de 2018 I Sábado e Domingo às 16H
R. Antônio Ramos Rosa, 651 – Jd. São Luiz – Fone: (11) 5510-5530
Quanto: Gratuito
Classificação etária: Livre
Lugares: 260
Estacionamento: não

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Campos do Jordão – Interior de São Paulo

Campos do Jordão e Pindamonhangaba terão trens temáticos no Dia das Mães

Durante o passeio haverá sorteio de livros sobre a história da Estrada de Ferro
 
A Estrada de Ferro Campos do Jordão (EFCJ) promoverá no próximo dia 13 o seu passeio turístico anual de Dia das Mães. Haverá trens especiais em comemoração à data nas cidades de Campos do Jordão e Pindamonhangaba. As composições terão decoração temática e haverá sorteio de livros sobre a história da ferrovia.
 
Em Campos do Jordão, os trens partirão às 15h02 e 16h02, da estação Emílio Ribas, no bairro Capivari, até a estação Abernéssia e, na sequência, retornarão para Emílio Ribas. O tempo total do percurso de ida e volta é de 30 minutos. O bilhete custa R$ 12.
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O passeio de Pindamonhangaba partirá às 10h e às 14h, saindo da estação Pindamonhangaba, atravessando a planície rural pindense sem paradas, até a estação Piracuama, no pé da Serra da Mantiqueira, de onde o trem retorna para o local de origem. O trajeto completo é de aproximadamente 2 horas. O valor da passagem de ida e volta é de R$ 13.
 
Cada trem tem capacidade para 64 passageiros. Não há necessidade de reserva e crianças com até cinco anos de idade, no colo, não pagam passagem. Os ingressos podem ser adquiridos diretamente nas estações Emílio Ribas (avenida Emílio Ribas, s/nº, Capivari, Campos do Jordão) e Pindamonhangaba (rua Martin Cabral, 87, Centro, Pindamonhangaba).
 
Mais informações podem ser consultadas na página www.efcj.sp.gov.br.

 

África contemporânea em gigantesca exposição no CCBB São Paulo

Em cartaz até 16 de julho, com entrada gratuita, Ex Africa, maior mostra de arte contemporânea africana realizada no Brasil, reúne mais de 90 obras dos principais nomes das artes visuais do continente

Imagens em alta resolução e demais informações para imprensa em: http://agenciagalo.com/exafrica/

Até 16 de julho, passado e presente de um povo que ajudou a moldar a cultura brasileira são destaque no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo (CCBB SP). Maior exposição de arte contemporânea africana realizada no país, a Ex Africa traz nomes que são destaque na cena artística atual, cujas obras revelam, como nenhuma outra, a história e o novo momento do continente que, ao mesmo tempo em que tenta se reconstruir da ferida causada por séculos de tráfico negreiro e de colonização, volta a expandir as suas cores e cultura para outras fronteiras. O patrocínio é do Banco do Brasil, com apoio da BB DTVM e Ourocap.

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Vinte artistas assinam as mais de 90 obras que estarão expostas pelos andares do CCBB SP até 16 de julho. São esculturas, fotografias, instalações, performances, pinturas e vídeos que traçam um microcosmo da África de ontem e de hoje, por meio de quatro eixos distintos: Ecos da História, Corpos e Retratos, O Drama Urbano e Explosões Musicais.

“A interseção desses eixos mostra que o continente africano vive um contínuo e efervescente processo de renovação criativa e artística”, sublinha o curador da exposição, Alfons Hug, que foi diretor do Instituto Goethe em Lagos, na Nigéria, e possui um extenso trabalho de pesquisa sobre a arte desse continente.

Ele conta ainda que o raciocínio por trás do conceito e do nome da exposição partiu da frase Ex Africa semper aliquid novi (da África sempre há novidades a reportar), cunhada há mais de 2 mil anos pelo escritor romano Caio Plínio.

África e Brasil

Nomes como os do ganês Ibrahim Mahama – que montará uma gigantesca instalação na entrada do CCBB –; do provocativo retratista senegalês Omar Victor Diop, do fotógrafo e ativista zimbabueano Kudzanai Chiurai e de outros 15 artistas de oito países africanos se juntam aos de dois brasileiros: Arjan Martins e Dalton Paula. Afrodescendentes, Arjan e Dalton possuem obras dedicadas à herança africana na cultura brasileira. Para isso, realizaram estudos no Brazilian Quarter, bairro localizado na capital nigeriana construído por brasileiros que retornaram ao continente após a abolição da escravatura, no final do século XIX.

“A exposição acontece num momento em que a herança africana volta a estar em evidência. Existe uma maior valorização da arte africana e afro-brasileira, porque a presença negra nessa cultura vem aumentando em quase todas as áreas. Além disso, os artistas africanos consideram o Brasil um país irmão e o intercâmbio cultural vem se intensificando aos poucos”, destaca Hug.

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Ex Africa

Até 16 de julho de 2018 | quarta a segunda-feira, 9h às 21h.
Entrada gratuita
Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Rua Álvares Penteado, 112 Centro. São Paulo-SP
(Acesso ao calçadão pelas estações Sé e São Bento do Metrô)
(11) 3113-3651/3652 | Quarta a segunda, das 9h às 21h

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Espetáculo para Crianças “Salve, Malala!” Chega ao Teatro do Sesc Santo Amaro

A luta pelo direito de estudar e a história de Malala se misturam em uma única e nova história.
 
Nos dias 12 e 26 de maio, sábados, o Sesc Santo Amaro apresenta o espetáculo para crianças “Salve, Malala!”, da Cia. La Leche. No primeiro sábado, dia 12, a sessão começa às 16h, no final de semana seguinte, dia 26, a peça tem início às 17h. A direção é de Cris Lozano. As sessões são gratuitas, sem a necessidade de retirada de ingressos.
A montagem é livremente inspirada na história de Malala Youzafzai, garota paquistanesa premiada com o Nobel da Paz por sua luta pelos direitos das meninas e mulheres ao estudo.
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Em “Salve, Malala!”, o rei de uma aldeia em algum lugar do mundo promove uma guerra contra as escolas para meninas e os outros direitos de seus habitantes. Porém, as crianças Sofia (Léia Rapozo) e Yan (Alessandro Hernadez) ocupam a escola em que estudam e revivem suas memórias para contar as histórias de professores e outras pessoas que resistiram às ordens do rei.Os dois resolvem, então, fazer uma campanha para que as meninas e meninos da aldeia lutem e resistam às decisões impostas. A peça instiga as crianças a agirem em favor daquilo que elas querem e acreditam. O imaginário poético e criativo é acionado para discutir a importância do aprender e a busca por um mundo mais igualitário.
 
FICHA TÉCNICADireção Geral: Cris Lozano
Dramaturgia: Alessandro Hernandez
Elenco: Alessandro Hernandez e Léia Rapozo
Iluminação: Grissel Piguillem
Cenário, Adereços e Figurinos: Eliseu Weide
Trilha Sonora Original: Luciano Antonio Carvalho
Técnico de Montagem, Luz e Som: Wilson Saraiva
Técnico de Palco: Jota Rafaelli
 
SERVIÇOESPETÁCULO “SALVE, MALALA!”, DA CIA. LA LECHE
Quando: 12 e 26/05, sábados.
Horário: 12/05 às 16h; 26/05 às 17h.
Local: Praça (térreo)
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre
Grátis
 
SESC SANTO AMARO
Bilheteria e horário da unidade: Terça a sexta, das 10h às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30.
Endereço: Rua Amador Bueno, 505.
Acessibilidade: universal.
Estacionamento da unidade: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional (Credencial Plena); R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional (outros).
Disponibilidade: 158 vagas para carros e 36 para motos. A unidade possui bicicletário gratuito.

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Cine SESC – Programação de 10 a 16 de maio de 2018

Ingressos

Segundas, terças e quintas – R$ 17(inteira); R$ 8,50 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes; R$ 5 (Aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor de escola pública com comprovante).

Quartas 7º Panorama de Cinema Suíço Contemporâneo– R$ 12; R$ 6; R$ 3,50.
Sextas, sábados, domingos e feriados – R$ 20; R$ 10; R$ 6.
Cine Clubinho:  Retirada de ingresso uma hora antes

ESPECIAL

7º Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo
Realizado desde 2009 em parceria com o Consulado Geral da Suíça/SP e o Sesc, o Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo traz produções recentes e inéditas ao Brasil. A sétima edição do Panorama exibe títulos selecionados nos festivais suíços “53èmes Journées de Soleure” e “VisionsduRéel”, incluindo longas-metragens e curtas-metragens, ficções, documentários e filmes experimentais, mostrando a diversidade de formatos, estéticas e questionamentos da atual cinematografia suíça. A programação inclui também um debate com o diretor suíço Mano Khalil do filme Hafis& Mara.

Abertura Panorama + Hafis& Mara
Dir: Mano Khalil, Documentário, Suíça, 2018, 88 minutos
O filme conta a história dos últimos anos de um casal: o artista suíço-libanês HafisBertschinger e Mara, sua fiel esposa e patrona. Ele é um viajante incansável que cruza fronteiras entre diferentes mundos e culturas e que, mesmo na velhice, ainda cria apaixonadamente. Hafis adora experimentar e ser desafiado em suas pinturas e desenhos, nos relacionamentos, no dia a dia. No entanto, sua dedicação incondicional à arte e seu caráter impulsivo também causaram muita dor. A obra foca não só o artista, mas a tranquila Mara, refúgio seguro de Hafis e quem tornou seus voos artísticos possíveis.

Dia 9/5, quarta, às 20h30
Grátis. Retirada com 1h30 para trabalhadores do Comércio, Serviços e Turismo com a credencial do Sesc e 1h antes para os demais públicos.

A Fúria de Ver
Dir: Manuel von Stürler Documentário, Suíça, 2017, 84 minutos. 16 anos
Diante da ameaça de ficar cego, o diretor Manuel von Sturler se lançou em uma busca para descobrir o que a percepção visual significa. Sua ânsia por enxergar alimenta uma jornada que nos mergulha no mundo da visão e tenta responder à pergunta: o que significa ver?

Dia 10/5, quinta, às 16h10.

Eu Não Tenho Idade (Para Te Amar)
Dir: Olmo Cerri, Documentário, Suíça, Itália, 2017, 93 minutos. 10 anos
Carmela, don Gregório, Gabriella e Lorella nunca se encontraram, mas têm muito em comum. Na metade da década de 1960, no auge da grande onda migratória, sozinhos ou acompanhados de suas respectivas famílias, eles deixaram a Itália e chegaram à Suíça, onde viveram por um período mais ou menos longo. Eles moraram no país durante os difíceis anos de Schwarzenbach [James, político que defendia “a Suíça para os suíços”], enquanto ouviam GigliolaCinquetti, uma jovem cantora pop de Verona que ficou famosa após vencer o Festival de Sanremo em 1964 com a música Non Ho l’Età (Per Amarti).

Dia 10/5, quinta, às 18h
Dia 13/5, domingo, às 16h10

Amarrados
Dir: Frédéric Favre, Documentário, Suíça, 2017, 106 minutos. 10 anos
Por um ano e meio, o cineasta Frédéric Favre acompanha três alpinistas de esqui enquanto eles se preparam para a Patrulha dos Glaciares, uma corrida incrivelmente difícil pelos Alpes suíços. Florence quer participar em memória do pai, mas ela não está acostumada a trabalhar em equipe. Guillaume é um competidor talentoso que luta para encontrar um equilíbrio entre a família, o trabalho e a paixão pelas montanhas. Antoine acabou de sair da reabilitação e está ansioso para provar o seu valor ao mundo. Uma jornada crua e íntima pelas motivações mais profundas dos protagonistas e a história de como essa aventura os transforma.

Dia 10/5, quinta, às 19h30
Dia 15/5, terça, às 16h10

Parzival + Diário da Minha Cabeça
Dir: Ursula Meier, Ficção, Suíça, 2017, 70 minutos
curtaParzival Poucos minutos antes de atirar em seus pais a sangue-frio, Benjamin Feller (KaceyMottet Klein), um rapaz de 18 anos, aparentemente calmo, envia pelo correio um diário em que confessa e explica o duplo assassinato para Esther Fontanel (Fanny Ardant), sua professora de literatura. A associação dessa mulher ao ato de Benjamin acontece alguns meses após ela incentivar os alunos a escrever um diário. Esther se encontra interrogada pela lei, mas logo ela é confrontada por suas próprias dúvidas. E se o gosto dela por uma literatura assombrada pelos tormentos da alma humana a deixasse cega diante da angústia de seu pupilo e do que estava escondido por trás da prosa febril que ele a fez ler antes do crime?

Dia 10/5, quinta, às 21h30
Dia 16/5, quarta, às 19h30

AuLarge + Televisões
Dir: Fabian Kaiser, Luca Ribler, Documentário, Suíça, 2018, 52 minutos
Curta AuLarge A televisão suíça fez suas primeiras transmissões para os lares do país em 1º de janeiro de 1958. Essas imagens em movimento moldaram a forma como nos vemos e a maneira como enxergamos nossos semelhantes. Imagens de estranhos, parasitas, trabalhadores e heróis. De criminosos e vítimas de guerra. Em cada episódio, “Televisões” analisa diferentes estereótipos. Capítulo um: estrangeiros.

Dia 11/5, sexta, às 16h10
Dia 14/5, segunda, às 18h

Sobre Ovelhas e Homens
Dir: Karim Sayad, Documentário, Suíça, França, Qatar, 2017, 78 minutos
Habib, de 16 anos, sonha em treinar sua ovelha premiada para que ela se torne uma campeã de briga entre animais de sua espécie. Samir, um homem de meia-idade, quer apenas vender o máximo de ovelhas antes que o Eid ¿celebração que marca o fim do Ramadã¿ termine. Um retrato de dois homens em uma conturbada comunidade da Argélia.

Dia 11/5, sexta, às 18h

Depois da Guerra
Dir: AnnaritaZambrano, Ficção, França, Itália, Suíça, 2017, 92 minutos
Bolonha, 2002. Os protestos contra a lei trabalhista italiana explodem nas universidades. O assassinato de um juiz reabre velhas feridas políticas entre a Itália e a França. Marco é um ex-ativista de esquerda que, graças à doutrina de Mitterrand, encontrou asilo na França 20 anos atrás. Condenado na época por assassinato, ele é hoje o principal suspeito de ordenar o ataque. O governo italiano exige sua extradição, o que o força a fugir com Viola, sua filha de 16 anos. Sua vida vai mudar para sempre, assim como o destino de sua família na Itália, que terá de pagar pelas falhas do passado de Marco.

Dia 11/5, sexta, às 19h30
Dia 15/5, terça, às 21h30

Encontro às cegas + Golias
Dir: Dominik Locher, Ficção, Suíça, 2017, 85 minutos
Curta Blind Date Quando Jessy conta a David que está grávida, ele entra em pânico. Poucos dias depois, os dois são agredidos no trem e, quando David percebe que é incapaz de proteger a namorada, sua insegurança e seus temores masculinos vêm à tona. Ele recorre, então, aos esteroides e começa a treinar de forma excessiva e intensa. Inicialmente, seus músculos lhe dão autoconfiança. Em pouco tempo, no entanto, David passa a se comportar de forma imprevisível e torna-se uma ameaça à Jessy e ao bebê que ainda vai nascer.

Dia 11/5, sexta, às 21h30

Eu Sou a Gentrificação. Confissões de um Canalha
Dir: ThomasHaemmerli, Documentário, Suíça, 2017, 99 minutos
Um ensaio bem-humorado e pessoal que trata de arquitetura, habitação, espaço, densidade, gentrificação e desenvolvimento urbano. A narrativa abrange os diferentes lugares nos quais o diretor viveu, começando por sua infância em um bairro rico, passando por ocupações, apartamentos compartilhados, além da vivência em cidades como Tbilisi (Geórgia), São Paulo (Brasil), Zurique (Suíça) e Cidade do México (México). Tudo aqui é ridicularizado: os populistas de direita que têm medo de perder espaço para os imigrantes e a esquerda que abandonou a modernidade.

Dia 12/5, sábado, às 16h10
Dia 15/5, terça, às 19h30

A Batalha de São Romano + Copiar Colar Deletar
Dir: ChristophRahm, Ficção, Suíça, 2018, 82 minutos
curta La Bateille de San Romano Um homem está fazendo um inventário. Um homem está procurando por uma foto. Procurando pela última foto de sua vida. Fugindo de uma enxurrada de imagens, ele recorda decepções do passado e mudanças perturbadoras. Em cinco fases de sua vida, seus pensamentos e memórias se misturam em uma narrativa fragmentada. Prazer, raiva, saudade, medo e tristeza são os tópicos das cinco etapas da vida: infância, juventude, adolescência, vida adulta e a morte iminente.

Dia 12/5, sábado, às 18h

Hafis& Mara
Dir: Mano Khalil, Documentário, Suíça, 2018, 88 minutos
O filme conta a história dos últimos anos de um casal: o artista suíço-libanês HafisBertschinger e Mara, sua fiel esposa e patrona. Ele é um viajante incansável que cruza fronteiras entre diferentes mundos e culturas e que, mesmo na velhice, ainda cria apaixonadamente. Hafis adora experimentar e ser desafiado em suas pinturas e desenhos, nos relacionamentos, no dia a dia. No entanto, sua dedicação incondicional à arte e seu caráter impulsivo também causaram muita dor. A obra foca não só o artista, mas a tranquila Mara, refúgio seguro de Hafis e quem tornou seus voos artísticos possíveis. Bate papo após a sessão.
Grátis. Retirada com 1h30 para trabalhadores do Comércio, Serviços e Turismo com a credencial do Sesc e 1h antes para os demais públicos

Dia 12/5, sábado, às 19h30

O Tribunal do Congo
Dir: Milo Rau, Documentário, Alemanha, Suíça, 2017, 100 minutos
A guerra no Congo causou mais de seis milhões de mortes nos últimos 20 anos. A população está sofrendo, mas os criminosos permanecem impunes. Muitas pessoas atribuem esse conflito aos importantes depósitos de matéria-prima de alta tecnologia existentes no país. Milo Rau consegue reunir vítimas, infratores, observadores e analistas do conflito para um único tribunal civil no Congo Oriental. O diretor cria um retrato simples de uma das maiores e mais sangrentas guerras econômicas da história da humanidade.

Dia 12/5, sábado, às 21h30

Diário da Minha Cabeça
Dir: Ursula Meier, Ficção, Suíça, 2017, 70 minutos
Poucos minutos antes de atirar em seus pais a sangue-frio, Benjamin Feller (KaceyMottet Klein), um rapaz de 18 anos, aparentemente calmo, envia pelo correio um diário em que confessa e explica o duplo assassinato para Esther Fontanel (Fanny Ardant), sua professora de literatura. A associação dessa mulher ao ato de Benjamin acontece alguns meses após ela incentivar os alunos a escrever um diário. Esther se encontra interrogada pela lei, mas logo ela é confrontada por suas próprias dúvidas. E se o gosto dela por uma literatura assombrada pelos tormentos da alma humana a deixasse cega diante da angústia de seu pupilo e do que estava escondido por trás da prosa febril que ele a fez ler antes do crime?

Dia 13/5, domingo, às 18h

O Som da Voz
Dir: Bernard Weber, Documentário, Suíça, 2017 | 82 minutos
O longa apresenta quatro pessoas que testam as inúmeras possibilidades da voz humana. Andreas experimenta sua voz para desenvolver novos sons que o transformam. Regula está trabalhando duro para alcançar um efeito surround natural de 360 graus. Matthias tenta entender os segredos da voz a partir de sofisticados métodos científicos. Por fim, as técnicas de Miriam inspiram as pessoas a descobrirem suas próprias vozes.

Dia 13/5, domingo, às 19h30
Dia 16/5, quarta, às 21h30

Entre terras+ Bem-Vindo à Suíça
Dir: SabineGisiger, Documentário, Suíça, 2017, 83 minutos
Curta BetweenLands No verão de 2015, um milhão de pessoas procuram por asilo na Europa e 40 mil delas conseguem chegar à Suíça. O prefeito da cidade mais rica da região da Argóvia pretende dar o exemplo e recusa a entrada de qualquer refugiado em seu município. JohannaGündel, estudante e filha de um agricultor local, passa a lutar contra essa política ao lado de outros moradores. Tomando como ponto de partida os eventos em Oberwil-Lieli, o filme conta a história da Suíça nos tempos da crise de refugiados, mostrando o que o país era, quer ser ou poderia se tornar.

Dia 13/5, domingo, às 21h30

Casa Son Non + A Fúria de Ver
Dir: Manuel von Stürler Documentário, Suíça, 2017, 84 minutos
Curta Casa Son Non Diante da ameaça de ficar cego, o diretor Manuel von Stu¿rler se lançou em uma busca para descobrir o que a percepção visual significa. Sua ânsia por enxergar alimenta uma jornada que nos mergulha no mundo da visão e tenta responder à pergunta: o que significa ver?

Dia 14/5, segunda, às 16h10

Ao largo+ Sobre Ovelhas e Homens
Dir: Karim Sayad, Documentário, Suíça, França, Qatar, 2017, 78 minutos
Curta In TaktHabib, de 16 anos, sonha em treinar sua ovelha premiada para que ela se torne uma campeã de briga entre animais de sua espécie. Samir, um homem de meia-idade, quer apenas vender o máximo de ovelhas antes que o Eid ¿celebração que marca o fim do Ramadã¿ termine. Um retrato de dois homens em uma conturbada comunidade da Argélia.

Dia 14/5, segunda, às 19h30

Copiar Colar Deletar
Dir: ChristophRahm, Ficção, Suíça, 2018, 82 minutos
Um homem está fazendo um inventário. Um homem está procurando por uma foto. Procurando pela última foto de sua vida. Fugindo de uma enxurrada de imagens, ele recorda decepções do passado e mudanças perturbadoras. Em cinco fases de sua vida, seus pensamentos e memórias se misturam em uma narrativa fragmentada. Prazer, raiva, saudade, medo e tristeza são os tópicos das cinco etapas da vida: infância, juventude, adolescência, vida adulta e a morte iminente.

Dia 14/5, segunda, às 21h30

Bem-Vindo à Suíça
Dir: SabineGisiger, Documentário, Suíça, 2017, 83 minutos
No verão de 2015, um milhão de pessoas procuram por asilo na Europa e 40 mil delas conseguem chegar à Suíça. O prefeito da cidade mais rica da região da Argóvia pretende dar o exemplo e recusa a entrada de qualquer refugiado em seu município. JohannaGündel, estudante e filha de um agricultor local, passa a lutar contra essa política ao lado de outros moradores. Tomando como ponto de partida os eventos em Oberwil-Lieli, o filme conta a história da Suíça nos tempos da crise de refugiados, mostrando o que o país era, quer ser ou poderia se tornar.

Dia 15/5, terça, às 18h

Sessão de Curtas – 75 min

No ritmo (15 min.), A batalha de São Romano (2’25), Casa SonDuno (12 min.), Encontro às cegas (10 min.), Entre Terras (10’22”), Rebobinar o Futuro (24 min.)

Dia 16/5, quarta, às 16h10

Golias
Dir: Dominik Locher, Ficção, Suíça, 2017, 85 minutos
Quando Jessy conta a David que está grávida, ele entra em pânico. Poucos dias depois, os dois são agredidos no trem e, quando David percebe que é incapaz de proteger a namorada, sua insegurança e seus temores masculinos vêm à tona. Ele recorre, então, aos esteroides e começa a treinar de forma excessiva e intensa. Inicialmente, seus músculos lhe dão autoconfiança. Em pouco tempo, no entanto, David passa a se comportar de forma imprevisível e torna-se uma ameaça à Jessy e ao bebê que ainda vai nascer.

Dia 16/5, quarta, às 18h

Sessão

Ciganos da Ciambra
(Dir.: Jonas Carpignano, Itália/EUA/França/Suécia/Alemanha/Brasil, 2018, 118 min)
Ainda com 14 anos, Pio já quer ser um adulto. Assim como seu irmão mais velho, Cosimo, ele bebe, fuma e aprende a dar pequenos golpes na rua. Mas quando Cosimo fica incapaz de cuidar da sua família, Pio tem de assumir seu lugar e se vê obrigado a encarar difíceis escolhas.
Não recomendado para menores de 18 anos

De 10 a 16/5, quinta quarta, às 14h

Crianças – Cineclubinho

Espaço de Brincar
Destinado a crianças de 0 a 6 anos, seus adultos de referência e profissionais e demais interessados na temática da Primeira Infância. Tem como propósito maior a valorização do brincar como elemento fundamental da cultura da infância.

Espaço de Brincar.
Apenas aos domingos

Voltado para crianças de 0 a 6 anos, acompanhadas de seus responsáveis, o programa valoriza a ação do brincar, preferencialmente de modo coletivo, onde a convivência entre gerações é motivada a partir da relação lúdica com o espaço, objetos e ações propostas. Domingos, durante a sessão do Cineclubinho.
De 01/04 a 30/05, domingos, durante a exibição.
Hall

Grátis – Sem retirada de ingressos.

O Menino da Floresta
(Dir.: Jean- Christohphe. França, 2012, 95 min).

No coração de uma grande floresta, habitada por animais e espíritos, vive um jovem selvagem de dez anos. Seu pai, um bronco caçador e comedor de carne fresca, sempre disse a ele que o mundo acabava nos limites da floresta. Um dia, porém, para salvar seu pai ferido, o rapaz se aventura num mundo desconhecido. Livre.

Dia 6/5, domingo, às 11h

Alimentação

Lanches 2018
De 11/1 a 31/12, segundas a domingos, às 13h15

Bar

Consiste em preparo, conservação, fornecimento e distribuição de alimentos que, comparados a uma refeição, apresentam menor complexidade e aporte calórico e nutricional.
De 11/1 a 31/12, segundas a domingos, às 16h

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Semana que vem, Belo Horizonte – Minas Gerais

Leila Maria abre Festival Internacional de Jazz de Ouro Preto – Tudo é Jazz 2018 em grande estilo

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Estreante no festival, a artista promete uma mistura com o melhor do jazz e da bossa nova para encartar as plateias

Com voz firme e macia, cantora carioca Leila Maria abre o Festival Internacional de Jazz de Ouro Preto – Tudo é Jazz 2018 no próximo dia 17 de maio, quinta-feira, às 20 horas, no Cine Theatro Brasil, em Belo Horizonte. Os ingressos a preços populares já estão à venda. A artista segue para Ouro Preto, em apresentação gratuita, no Largo do Rosário, dia 19 de maio, sábado, às 21 horas.

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“Há um tempão eu namorava o Tudo é Jazz. Por isso, estou na expectiva de fazer as apresentações com um repertório que agrade ao público. Escolhi algumas canções do meu álbum Leila Maria Canta Billie Holliday in Rio, de 2014, que levou o 25º Prêmio da Música Brasileira, no Theatro Municipal. São standards como God Bless The Child, que tornaram a artista famosa. Além dessa seleção, entram Dindi e Like a Lover, do disco Off Key (2005). São clássicos da bossa nova em inglês”, revela a cantora.

A força do jazz e da bossa nova, gêneros mundialmente celebrados, conquistaram Leila, uma artista versátil, desde o ínicio de sua trajetótia. “A música tanto para a cultura brasileira quanto para a norte-americana é uma das mais poderosas expressões artísticas. Herdamos os ritmos africanos, acrescentamos harmonia, sofisticação e identidade. Ser cantora, para mim, é uma profissão de fé. Eu deixei muita coisa para fazer o que faço hoje. Como cantou Milton Nascimento, temos que estar onde o povo está. Desse modo, me sinto muito à vontade tanto num teatro quanto numa praça. Quando eu subo ao palco é como se eu alcançasse uma espécie de Nirvana”, brinca.

Sobre a programação do Tudo é Jazz, Leila é só elogios. “O festival oferece um leque de opções rico e diverso, com um trabalho de formação de público fundamental. São outros caminhos apresentados. Eu respeito quem está no topo das paradas, eu respeito todos os artistas, mas é maravilhoso quando encontramos iniciativas assim. Todos ganham”, finaliza.

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Sobre o Tudo é Jazz

Com o patrocínio da Claro e de Furnas, o Tudo é Jazz é um festival pioneiro, que vai além do gênero que celebra. Um evento plural, democrático e de formação de público e de artistas na maior cidade histórica de Minas Gerais. Há música de qualidade do Brasil e de vários países pelas ladeiras, praças e espaços para todos os públicos. São quatro dias de evento: de 17 a 20 de maio. Acompanhe no Facebook: @tudoejazzoficial

Leila Maria no Festival Internacional de Jazz de Ouro Preto – Tudo é Jazz 2018

Quinta-feira, dia 17 de maio – Belo Horizonte
Local: Cine Theatro
Brasil (Avenida Amazonas, 315, Centro), às 20 horas
Ingressos antecipados a preços populares: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia-entrada)
Acesse: https://bit.ly/2Hob4Cc

Sábado, dia 19 de maio – Ouro Preto
Local: Palco do Rosário (Largo do Rosário), às 21 horas. Grátis

 

Casimiro de Abreu, Rio de Janeiro – RJ

Companhia de palhaçaria e teatro de bonecos faz novas apresentações gratuitas em Casimiro de Abreu

A Cia Chirulico apresentará nesta sexta-feira (11), em Casimiro de Abreu, o projeto “De Olho no Duto”. A iniciativa tem como foco principal oferecer aos moradores locais um dia inteiro de atividades culturais gratuitas, incluindo oficinas circenses, cortejos, espetáculos e rodas de conversa. O evento acontece na escola municipal, localizada no bairro Industrial, de 9h30 às 15h30. O projeto “De olho no Duto” é um investimento social da Transpetro e busca promover ações de cidadania e cultura para moradores de cidades do estado do Rio.

As atividades começam com um cortejo musical pelas ruas da comunidade e, em seguida, iniciam as oficinas circenses (malabares, bambolês e pernas-de-pau), além de espetáculos de palhaços e magia cômica. A programação se encerra com um bate-papo entre os artistas e moradores para identificar as manifestações artísticas existentes nas comunidades e fortalecer as iniciativas culturais dos moradores. Tendo a música como elemento importante de seus espetáculos, as cantigas de roda e folclóricas estão sempre presentes, para que permaneçam na vivência coletiva do público.

Para a Transpetro, “O projeto tem premissas básicas de transformação social, calcadas na formação cidadã, no engajamento  das comunidades, na atuação forte da divulgação dos canais de comunicação e ações e informações preventivas, além do desenvolvimento do senso de pertencimento local”.

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Conhecendo a Cia Chirulico

A companhia faz apresentações em escolas, passa por teatros, espaços públicos e festivais pelo país. E não para por aí: um financiamento coletivo, lançado pelo grupo, pretende realizar a gravação de um CD infantil com cantigas populares, intitulado como “Cantigas e cantirolas”. A companhia circula com o espetáculo Gran Pequeno Circu Chirulico. A companhia é composta por Aline Barbosa (Margarida), Anthony Brito (Fornalha), Débora Dias (Gabiroba) e Vicente Barbosa Brito (Forninho). Tem como foco os palhaços brasileiros, em especial dos circos conhecidos como Pano de Roda, um recurso típico do Brasil, contendo em seus espetáculos cenas clássicas de palhaçaria.

A linguagem utilizada pela companhia é desenvolvida através de vivências e oficinas com grupos como Giramundo de Teatro de Bonecos e Carroça de Mamulengos. Além disto Anthony, Aline e Débora são formados pela Escola Livre de Palhaços (EsLiPa – Grupo Off-Sina) onde estudaram com grandes mestres como Richard Riguetti, Lilian Moraes, Biribinha, Ricardo Puccetti, Tubinho, Fernando Sampaio, Lily Curcio, Ésio Magalhães, entre outros.

Data: 11/05
Local: Escola Municipal, bairro Industrial (Casimiro de Abreu)
Horário: 9h30 às 15h30

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Semana que vem, no Rio de Janeiro – RJ

Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro recebe mostra “A Comunicação e a Sociedade”

Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro, que fica dentro do Parque da Cidade, na Gávea, exibe a partir do dia 15 de maio, terça-feira, a exposição A Comunicação e a Sociedade. A mostra faz parte da comemoração pela 16ª Semana de Museus, temporada cultural promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus, em homenagem ao Dia Internacional de Museus (18 de maio), e que tem como tema deste ano “Museus Hiperconectados: novas abordagens, novos públicos”.

O Museu presenteia seu visitante com uma breve reflexão sobre a evolução dos meios de comunicação e suas formas de utilização no século XIX. O visitante entrará em contato com objetos que remontam a comunicação da sociedade antes do meio virtual. Em um mundo globalizado onde a comunicação precisa ser eficaz e rápida, receber uma correspondência, via postal, é algo considerado, por muitos, “obsoleto”.

Além da mostra A Comunicação e a Sociedade, o Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro exibe, também, até setembro, as mostras Imagens do Rio Oitocentista e Os Múltiplos Olhares de Augusto Malta.

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A exposição Imagens do Rio Oitocentista, localizada no 3º andar do Pavilhão de Exposições Temporárias, presenteia o seu visitante com uma viagem pelo Rio antigo. Reunindo gravuras de desenhistas, aquarelistas, pintores e fotógrafos, a mostra apresenta a cidade de outrora, permitindo a visitação de seus espaços e construções, alguns dos quais não resistiram às mudanças do tempo como, por exemplo, o prédio da Academia de Belas Artes. É possível ir do terraço do Passeio Público aos Arcos da Lapa; de São Cristóvão ao Jardim Botânico. São registros do Rio de Janeiro e de cenas do seu cotidiano, captadas e apresentadas por artistas residentes ou de passagem pela urbe carioca do século XIX. Seja pelo olhar de Maria Graham, de Victor Frond e de tantos outros.

Já a mostra Os Múltiplos Olhares de Augusto Malta, localizada no 1º e 2º andar do equipamento, é composta por 48 imagens e objetos, divide-se em dois eixos: locais, vistas e paisagens; e solenidades e cotidiano, remetendo as memórias da nossa cidade e de sua gente. Pelas lentes de Augusto Malta, a mostra permite uma conexão com o passado e a reconstrução da história do Rio de Janeiro.

A gestão e produção é assinada pela Arte Cultura Gestão & Produção Cultural.

Sobre o MHCRJ

O Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro/MHCRJ foi criado como reflexo da expansão dos museus no século XIX e suas origens estão ligadas ao princípio da República no Brasil e ao papel de centro político que o Rio de Janeiro representava nesse contexto.

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Desde 1891, as autoridades do governo recém-instalado manifestavam preocupação em recolher objetos representativos, que interessassem à história da cidade. Contudo, sua criação só ocorreu na administração do Prefeito Pedro Ernesto através do Decreto Nº 4989 de 11 de julho de 1934.

O MHCRJ sempre mostrou uma tendência a manter-se nos limites de seu objeto: a cidade do Rio de Janeiro. Entretanto, seu vasto acervo documental, arquivístico e museológico, com cerca de 24.000 peças, que significa um importante registro sobre a cidade do Rio de Janeiro e que abrange diferentes categorias, apresenta caráter nacional. Nele encontram-se também obras de artistas consagrados como Visconti, Thomas Ender, Antônio Parreiras, Armando Vianna, Augusto Malta e Marc Ferrez, além dos acervos dos prefeitos Pereira Passos, Pedro Ernesto, Carlos Sampaio e César Maia.

Ao pensarmos num museu de cidade, afora o aspecto cultural, vem a lembrança a questão daquela cidade onde está inserido, o espaço urbano, a memória e a importância do museu para a cidade, por ser o único que tem como propósito preservar e conservar a memória da cidade, que foi capital da colônia, império e república, através do seu acervo e principalmente ser um ponto de referência e discussão das transformações culturais, sociais, econômicas e urbanas da cidade do Rio de Janeiro ao longo de sua história.

O MHCRJ, por meio de um acervo artístico e documental acessível a todos, é um museu em que nossa história e nossa identidade urbana podem ser analisadas e explicadas.

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Serviço:

Mostra A Comunicação e a Sociedade (exibição de 15/5 até 8/6)
Mostras Imagens do Rio Oitocentista e Os Múltiplos Olhares de Augusto Malta (exibição até 29/9)
Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro: Estrada Santa Marinha s/nº. Parque da Cidade. Gávea. RJ.

Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 17h. Funciona nos feriados.
E-mail para agendamento de visitas monitoradas: visitasmhc@gmail.com
Entrada gratuita.
Classificação livre.
Site: http://museudacidadedorio.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/MuseuHistoricodaCidadeRJ/

 

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